(Foto retirada da internet)
Todos os anos por esta altura andamos todos numa azáfama, a correr de um lado para o outro, a comprar uma prenda para a mãe, para o pai, para o mano, a mana, o primo, a prima, o tio, para este e para aquele. Se não são as prendas é o bacalhau, o camarão, são as felhozes, os sonhos, o bolo rei, o bolo de chocolate, os bombons.
É preciso fazer a árvore de natal, colocar as fitas, as luzinhas, fazer o presépio, comprar o fato de Pai Natal.
É tanta coisa e ainda temos que ter tempo para o trabalho e para os filhos.
Passamos esta quadra a correr de um lado para o outro, que muitas vezes não nos lembramos ...
....daqueles que não têm árvore de natal, não têm sonhos, felhozes, bolo rei, bacalhau, para passar a consoada;
... daqueles que não têm família e passam os dias rendidos à solidão;
... daqueles que não têm dinheiro para dar um briquedo aos filhos;
... daqueles que não têm casa e vivem na rua, ao frio, ao vento e à chuva;
... daqueles que de repente ficaram sem emprego e vivem na angústia de arranjar dinheiro para pagar a casa, a escola dos filhos, e comprar comida.
Aproveitemos esta quadra e esqueçamos por um pouco toda esta febre consumista e passemos um NATAL em família, um Santo e Feliz Natal e acima de tudo acabemos com esta INDIFERENÇA, olhemos à nossa volta, e pelo menos façamos com que alguém possa ter um NATAL MELHOR.